Estou no ponto máximo de mim mesmo. Estou cheio.
Cada texto que escrevo tem como início um aviso, e eu lhes aviso, estou no meu limite. Aviso-lhes apenas para informar que não me enxam pois estou no meu ponto. Não me enxam o saco,não me façam enxer a boca de avulsas palavras sem sentido, não me enxem as tripas. Apenas me deixem quieto naquele sofá imundo que eu tanto gosto, me deixem no sofá que tanto parece comigo.
Sujos.
Me esqueçam por dias, por favor. Não me liguem, não venham gritando meu nome na porta da minha casa sem ao menos serem convidados.
Estou tão cheio de nada, tão cheio de coisas poucas, de assuntos sem a menor importância. A vida não tem importância.
Nada tem importância.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Não me considero uma pessoa triste, tampouco feliz, Nunca fui feliz.
Não confio em pessoas sorridentes demais, com rostos oleosos e felizes, dentes amarelos e felizes, gargalhadas estridentes e fel... vazias. Não confio, pois são falsas. E não estou julgando ou sendo um deprimido razinza, estou sendo realista. Preste atenção, ninguém é feliz todos os dias, todas as horas do dia, todos os segundos. Ninguém sorri sempre pra desconhecidos. Irão pensar que você é maluco. Ou psicopata. Como que pessoas falsas com si mesmo serão verdadeiras com os outros? Estão tão apagadas por dentro que por necessidade ou algo parecido precisam exibir o brilho artificial de seus rosto oleosos. Acham que enganam algum otário. E enganam. Mas não a mim. Sei que na verdade só querem deixar as suas frustradas vidas sociais e ir pro colo da mãe. Só querem voltar ao tempo em que a sociedade não cagava em suas cabeças, tempo em que não tinham opiniões e deixavam que lhes empurrassem goela a baixo toda essa caralhada de não-faça-isso-deus-está-vendo. Se é que eles vivenciaram esse tempo. Querem voltar os dias em que eram felizes com suas namoradas e/ou namorados, no tempo em que seu cachorro era vivo, no tempo em que seu liquidificador funcionara.
Todo mundo é triste, é o estado normal do ser humano. Felicidade vai e volta por tempo indeterminado de chegada e de partida. Deviam parar de ser falsos com si próprio e aceitar que vai ficar triste seja por você mesmo ou pelos outros.
Não confio em pessoas sorridentes demais, com rostos oleosos e felizes, dentes amarelos e felizes, gargalhadas estridentes e fel... vazias. Não confio, pois são falsas. E não estou julgando ou sendo um deprimido razinza, estou sendo realista. Preste atenção, ninguém é feliz todos os dias, todas as horas do dia, todos os segundos. Ninguém sorri sempre pra desconhecidos. Irão pensar que você é maluco. Ou psicopata. Como que pessoas falsas com si mesmo serão verdadeiras com os outros? Estão tão apagadas por dentro que por necessidade ou algo parecido precisam exibir o brilho artificial de seus rosto oleosos. Acham que enganam algum otário. E enganam. Mas não a mim. Sei que na verdade só querem deixar as suas frustradas vidas sociais e ir pro colo da mãe. Só querem voltar ao tempo em que a sociedade não cagava em suas cabeças, tempo em que não tinham opiniões e deixavam que lhes empurrassem goela a baixo toda essa caralhada de não-faça-isso-deus-está-vendo. Se é que eles vivenciaram esse tempo. Querem voltar os dias em que eram felizes com suas namoradas e/ou namorados, no tempo em que seu cachorro era vivo, no tempo em que seu liquidificador funcionara.
Todo mundo é triste, é o estado normal do ser humano. Felicidade vai e volta por tempo indeterminado de chegada e de partida. Deviam parar de ser falsos com si próprio e aceitar que vai ficar triste seja por você mesmo ou pelos outros.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Eu não me lembro do último dia em que eu fui eu.
Sorrindo, chorando, pulando, cantando... Sempre sendo uma idiota, fingindo estar alegre ou chateando os outros com minhas tristezas estúpidas. Crises existenciais.
Algum dia eu fui realmente eu?
Não me lembro da noite passada. Estava completamente bêbada, queria esquecer essa merda que sou.
Não me lembro de ter vivido algo bom. Aliás, eu vivi?
Lá vai eu de novo. Crises existenciais.
Egoísta, melodramática.
Não me lembro da última vez que fiquei feliz por ser eu.
Não me lembro ter sido eu.
Sorrindo, chorando, pulando, cantando... Sempre sendo uma idiota, fingindo estar alegre ou chateando os outros com minhas tristezas estúpidas. Crises existenciais.
Algum dia eu fui realmente eu?
Não me lembro da noite passada. Estava completamente bêbada, queria esquecer essa merda que sou.
Não me lembro de ter vivido algo bom. Aliás, eu vivi?
Lá vai eu de novo. Crises existenciais.
Egoísta, melodramática.
Não me lembro da última vez que fiquei feliz por ser eu.
Não me lembro ter sido eu.
sábado, 10 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
A porra dessa vida é baseada no correto e no errado. Felicidade, educação, riqueza... Isso é ter uma vida certa.
Não quero ter uma vida certa.
Não quero passar a minha vida toda, gastar os anos que me restam buscando uma vida certa.
Certeza inalcançável.
Também não quero uma vida errada. Quem quer uma vida errada?
Eu quero apenas uma vida. Viver minha vida sem essa paranóia de certo e errado.
Não quero ter uma vida certa.
Não quero passar a minha vida toda, gastar os anos que me restam buscando uma vida certa.
Certeza inalcançável.
Também não quero uma vida errada. Quem quer uma vida errada?
Eu quero apenas uma vida. Viver minha vida sem essa paranóia de certo e errado.
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