Sou poeta de sofá
Faço poesia com o mar, o ar, o verbo amar
Vejo poesia em todo lugar
Sou poeta e isso não dá pra mudar
Sou poeta de sofá
Faço poesia pra ajudar, pra melhorar, pra encantar
Escrevo pra não ter que falar
E saiba desde já,
Pela arte vou lutar.
Sou poeta, vivo poesia e nem todos vão gostar.
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Era linda quando fumava
Que cigarro sortudo, estava em sua boca e de lembrança levava o seu batom
Era linda quando estava brava
Gritava, berrava, se trancava em si
Era linda quando estava magoada
Chorava e enxugava as lágrimas em seu moletom
Era linda quando era ela
Sorria, chorava, falava
Era linda quando estava aqui
Era lindo quando eu sabia que você não iria partir
Ah, que saudade de você, Gabriela!
Que cigarro sortudo, estava em sua boca e de lembrança levava o seu batom
Era linda quando estava brava
Gritava, berrava, se trancava em si
Era linda quando estava magoada
Chorava e enxugava as lágrimas em seu moletom
Era linda quando era ela
Sorria, chorava, falava
Era linda quando estava aqui
Era lindo quando eu sabia que você não iria partir
Ah, que saudade de você, Gabriela!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
-Tô cansado de perambular pelos contos.
-Cantos.
-Oi?
-Você quis dizer cantos.
- Não, quis dizer contos mesmo. Tô cansado.
-É o peso da idade, a velhice chegando.
-É a falta de paciência pra gente chata e para escrita mal feita. O desgosto de estar em uma história boa e só fazer merda ou estar em uma história merda e continuar fazendo merda, de me intrometer em contos alheios sem ser convidado. De mocinhas e putas, todas afogadas em exageros contados. Contos! Tantos e nenhum conto no meu bolso.
-Entre em poesias, conheça um novo espaço. Não seja só o personagem, vire também a rima!
-Talvez depois, meu jovem. Hoje estou cansado.
-Cantos.
-Oi?
-Você quis dizer cantos.
- Não, quis dizer contos mesmo. Tô cansado.
-É o peso da idade, a velhice chegando.
-É a falta de paciência pra gente chata e para escrita mal feita. O desgosto de estar em uma história boa e só fazer merda ou estar em uma história merda e continuar fazendo merda, de me intrometer em contos alheios sem ser convidado. De mocinhas e putas, todas afogadas em exageros contados. Contos! Tantos e nenhum conto no meu bolso.
-Entre em poesias, conheça um novo espaço. Não seja só o personagem, vire também a rima!
-Talvez depois, meu jovem. Hoje estou cansado.
domingo, 12 de janeiro de 2014
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
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