Eu, mais uma maria, filha da nação
Servente de capacho pra limpar sapato de patrão
Mente pensante sem a devida valorização
É meus amigos... bem vindos à neoescravidão.
Me disseram que faço parte da grande massa
A preta, pobre e favelada.
Essa massacrada por fuzis de coturnos
Que interrompem o silêncio noturno ao som de balas
Comandadas por ternos e gravatas
Em nome do povo, em prol da massa.
A mesma massa que por eles é dizimada.
Eu, mais uma entre tantas marias
Ainda vida.
Superando estatísticas.
Levo sempre comigo o respeito, inteligência e sabedoria
E na favela, meus amigos, é Deus quem me guia.
quarta-feira, 8 de março de 2017
domingo, 22 de março de 2015
Discurso de ódio é considerado liberdade de expressão
Propagar o preconceito, hoje, é ter opinião
Vejo cada coisa sem noção
Que não tem como acreditar não
Violentar alguém por ser diferente
É apenas pra proteger a população
De aberração
Inferiorizar alguém verbalmente
É apenas discussão
Esse é meu Brasilzão!
Propagar o preconceito, hoje, é ter opinião
Vejo cada coisa sem noção
Que não tem como acreditar não
Violentar alguém por ser diferente
É apenas pra proteger a população
De aberração
Inferiorizar alguém verbalmente
É apenas discussão
Esse é meu Brasilzão!
Ela me olhou com os olhos azul-anil
Meu rosto esquentou
Ela sorriu
Meu coração disparou
O clima ficou leve
Do meu lado se sentou
Encostando na minha pele.
Ela parecia querer conversar,
Eu não sabia o que falar
Ela não parava de me olhar
Meu nervosismo começou a atacar e logo me pus a andar
No mesmo instante me arrependi
Fui querendo voltar
Fui sabendo que nunca mais iriamos nos encontrar
Fui...
Meu rosto esquentou
Ela sorriu
Meu coração disparou
O clima ficou leve
Do meu lado se sentou
Encostando na minha pele.
Ela parecia querer conversar,
Eu não sabia o que falar
Ela não parava de me olhar
Meu nervosismo começou a atacar e logo me pus a andar
No mesmo instante me arrependi
Fui querendo voltar
Fui sabendo que nunca mais iriamos nos encontrar
Fui...
Assinar:
Postagens (Atom)